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Dois artigos sobre música, mente e saúde


Cérebro de músicos tem mais substância

Esta é parte de uma reportagem da revista Deutsche Welle que pode ser lida na íntegra no link: www.dw-world.de/dw/article/0,,1017888,00.html

"Os músicos têm mais massa cinzenta em determinadas regiões do cérebro, revela um novo estudo dos cientistas Dr. Christian Gaser, da Universidade de Jena (Alemanha), e Dr. Gottfried Schlaug, da Escola de Medicina de Harvard (Estados Unidos)."

"Ao comparar o cérebro de músicos profissionais, amadores e não-músicos, os cientistas constataram diferenças na quantidade de massa cinzenta de determinadas regiões responsáveis pela audição, visão e controle motor. Os resultados do estudo foram publicados na edição de outubro do renomado Journal of Neuroscience.

'Os músicos são objetos prediletos da pesquisa do cérebro', afirma o Dr. Gaser, pois tocar um instrumento é algo que começa desde criança e exige muito da audição e da motricidade fina das pessoas. Uma das particularidades da música é que os músicos precisam transformar rapidamente as informações visuais — as notas musicais — em movimentos dos dedos.

A pesquisa dos doutores Gaser e Schlaug constatou que as diferenças da estrutura do cérebro dos três grupos estudados - músicos profissionais, músicos amadores e não-músicos - estão relacionadas à intensidade do treinamento musical. Quanto melhor treinado o músico, maior é a proporção de massa cinzenta. Como se sabe, a quantidade da massa cinzenta é determinante no grau de inteligência de um indivíduo."

A música como possibilidade de tratamento para idosos com doença de Alzheimer

Este é parte de um artigo que pode ser lido na íntegra no link: www.todateoria.com.br

"Uma das alternativas para o tratamento de pacientes demenciados é o trabalho com uma das ferramentas que é deteriorada por ultimo no cérebro dos portadores de Alzheimer, a música, através do tratamento musicoterápico. Segundo a Federação Mundial de Musicoterapia (1996), a Musicoterapia é a utilização da música e/ou seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia) por um musicoterapêuta qualificado, com um cliente ou grupo, num processo para facilitar e promover a comunicação, relação, aprendizagem, mobilização, expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, no sentido de alcançar necessidades físicas, emocionais, mentais, sociais e cognitivas. A Musicoterapia objetiva desenvolver potenciais e/ou restabelecer funções do indivduo para que ele/ela possa alcançar uma melhor integração intra e/ou interpessoal e, consequentemente, uma melhor qualidade de vida, pela prevenção, reabilitação ou tratamento.[...]

O pesquisador Petr Janata, da Universidade da Califórnia, monitorou a atividade cerebral de um grupo de voluntários enquanto ouviam música e concluiu que a região do cérebro associada à música também está associada às memórias mais vívidas de uma pessoa. A área do cérebro parece servir de centro que liga música conhecida, memórias e emoções. (Associação de Musicoterapia do Rio de Janeiro).

Segundo Janata, a revelação pode ajudar a explicar por que música pode despertar reações fortes em pessoas com o Mal de Alzheimer. A região ativada durante o experimento, o córtex pré-frontal (logo atrás da testa), é uma das últimas áreas do cérebro a se atrofiar à medida em que a doença progride. "O que parece acontecer é que uma música conhecida serve de trilha sonora para um filme mental que começa a tocar em nossa cabeça", disse o especialista. "Ela traz de volta as lembranças de uma pessoa ou um lugar, e você pode de repente ver o rosto daquela pessoa na sua mente. Agora podemos ver a associação entre essas duas coisas - música e memória"."

Prof. André Machado - Aulas Particulares de Piano RJ
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